.

.

.

Pesquise no Site

Boletim Sustentável

Preencha seu e-mail abaixo para receber nossa newsletter:

Recicle!

.

.

Canadá, o país do G7 que menos protege o meio ambiente (ONG)

Canadá, o país do G7 que menos protege o meio ambiente (ONG)

O Canadá é o país do G7 que menos protege o seu espaço natural e suas gigantescas reservas de água, apesar de seus compromissos com a ONU, assegurou nesta segunda-feira uma organização de defesa do meio ambiente.

“Com apenas 10,6% de seu território atualmente protegido, o Canadá está abaixo da media mundial de 15%”, o que o torna o pior dos países ricos nesse contexto, de acordo com a Sociedade para a Natureza e os Parques do Canadá (SNAP).

De acordo com os cálculos desta ONG, a Alemanha (38%), o Reino Unido (28%) e a França (26%) estão na liderança da preservação de sua superfície.

O Canadá se comprometeu em 2010 a proteger até 2020 pelo menos 17% de suas terras e água.

 
Brasil é o país mais perigoso do mundo para ambientalistas

Brasil é o país mais perigoso do mundo para ambientalistas

Nunca tantas pessoas foram assassinadas no mundo em defesa do meio ambiente como em 2016. A liderança do ranking que mapeia esse tipo de violência, mais uma vez, é do Brasil: foram 49 mortes no ano passado, divulgou a organização Global Witness nesta quinta-feira (13).

"Não foi uma surpresa. O Brasil é o país mais perigoso do mundo para quem luta pelos direitos ligados à terra e à proteção do meio ambiente", afirma Billy Kyte, da organização inglesa. Em todo o mundo, 200 assassinatos de ativistas ambientais foram mapeados pela organização.

"Isso é só a ponta do iceberg. Acreditamos que o número de mortes seja maior, mas nem sempre elas chegam ao conhecimento público, ou suas reais causas são relatadas", comenta Kyte.

A Global Witness reúne as informações desde 2002, e há cinco anos o Brasil apareceu pela primeira vez no topo da lista. Desde então, o país nunca mais perdeu a posição de "liderança".

 
Google Earth vira “megafone” para os povos da Amazônia

Google Earth vira “megafone” para os povos da Amazônia

Ubiratan Surui aponta para o mapa em um monitor na sede do escritório do Google em São Paulo e, com impressionante grau de detalhes, vai revelando os segredos da terra onde vive em plena floresta amazônica. “Aqui ficam os melhores pontos para coleta de castanha, ali é onde aparecem mais onças, aquelas são as melhores áreas para caçar e pescar, neste outro ponto foi onde aconteceu o primeiro contato com brancos”, conta a EXAME.com.

Diferentemente de seus antepassados e dos indígenas mais velhos do povo Surui, verdadeiras enciclopédias de conhecimento tradicional, Ubiratan usa tecnologia de geolocalização para preservar a cultura do seu povo, promover conhecimento entre os mais jovens e monitorar ameaças às fronteiras de sua terra. “Muita gente diz que a introdução da tecnologia na cultura indígena é negativa, mas nós estamos utilizando a tecnologia a nosso favor e também divulgando nossa realidade para o mundo”, afirma.

 
A substância química que volta a ameaçar a camada de ozônio

A substância química que volta a ameaçar a camada de ozônio

A recuperação da camada de ozônio poderia demorar várias décadas mais do que o previsto caso não diminuam as crescentes emissões de diclorometano, uma substância química usada como solvente de pintura e para preparar compostos químicos de geladeiras e aparelhos de ar-condicionado.

A revelação foi feita por um estudo publicado na revista científica Nature Communications .

O buraco na camada de ozônio, descoberto nos anos 1980, começou a se recuperar graças à proibição do uso dos clorofluocarbonetos (CFC), presentes em muitos produtos de limpeza domésticos, em aerossóis e outros.

 
Brasil destrói 128 campos de futebol de floresta por hora

Brasil destrói 128 campos de futebol de floresta por hora

Rondônia e Amazonas — Escondidos no meio da floresta amazônica, nove agentes de fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) aguardam o momento certo para uma emboscada. É noite, e quem garante a segurança do grupo na escuridão da mata são dez policiais que levam a tiracolo fuzis do tipo 762. O objetivo é pegar em flagrante pessoas que exploram ilegalmente a madeira da região. Ainda sob a luz do dia, as provas do crime já haviam sido encontradas: um caminhão carregado de madeira de lei e um trator deixados às pressas para trás quando os criminosos perceberam a presença dos fiscais federais — que chegaram de helicóptero à área de difícil acesso por terra.

Depois de o grupo caminhar sem sucesso por mais de 4 horas na floresta à procura desses madeireiros, a estratégia foi esperar que a carga do caminhão — cinco toras de angelim, árvore utilizada na confecção de móveis e na construção civil — motivasse a volta dos infratores durante a noite. O raciocínio foi certeiro. Na madrugada do dia 29 de abril, três homens tentaram mover o caminhão de um atoleiro no meio da floresta.

 
Bicicleta filtra o ar e protege ciclistas da poluição

Bicicleta filtra o ar e protege ciclistas da poluição

Quando praticamos exercícios físicos, nosso corpo aumenta a frequência cardíaca e respiramos mais que em estado de repouso. Por isso, quando nos exercitamos em locais públicos nas cidades, inalamos uma quantidade muito maior de poluição e prejudicamos nossos pulmões.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, 80% da população urbana mundial está exposta a níveis de poluição acima do prejudicial para o corpo humano. Entre as cidades mais poluídas, as do Oriente Médio e o leste asiático são algumas das piores.

E foi visitando a China, país que vem reduzindo gradativamente seu tradicional uso de bicicletas como meio de transporte e substituindo pelos carros, que o designer de inovações sustentáveis holandês, Daan Roosegaarde, teve a ideia de desenvolver uma bicicleta que proteja seus usuários da exposição excessiva às micropartículas nocivas.

 
Esta parede de musgo tem muita fome de poluição — muita mesmo

Esta parede de musgo tem muita fome de poluição — muita mesmo

A cada ano, mais de quatro milhões de pessoas morrem em todo o mundo vítimas da poluição do ar. Não é fácil fugir dela: segundo a ONU, nove em cada dez pessoas vivem em áreas com níveis nocivos de poluentes à saúde.

As soluções para combater esse problema passam pela redução das emissões do setor de transporte e de produção de energia, e pelo aumento da infraestrutura verde das cidades, plantando mais árvores, por exemplo.

Atenta ao desafio, uma startup alemã propõe uma solução, no mínimo, curiosa: um mobiliário urbano que combina o poder da biologia das plantas e da tecnologia para criar uma “super árvore” capaz de limpar a atmosfera.

 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Próximo > Fim >>

Página 3 de 253