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Bicicleta conectada à internet pode ajudar a melhorar o trânsito

Bicicleta conectada à internet pode ajudar a melhorar o trânsito

Não são só as montadoras de carros que estão explorando a era da internet das coisas. A chinesa Mobike, que opera quase sete milhões de bicicletas compartilhadas em 160 cidades, anunciou nesta semana uma "smartbike" que se conecta à internet.

O modelo, que deve chegar primeiro aos Estados Unidos, poderá fornecer dados de localização, manutenção e até de desempenho do usuário. O protótipo é uma colaboração com a Qualcomm e a AT&T, duas empresas que têm investido em projetos de cidades inteligentes para a chegada do tão esperado 5G.

 
Número de cidades que utilizam lixões aumenta pela primeira vez desde à implantação da Política de Resíduos Sólidos

Número de cidades que utilizam lixões aumenta pela primeira vez desde à implantação da Política de Resíduos Sólidos

Um total de 1.559 municípios brasileiros (quase 30% do total) recorreram aos lixões a céu aberto em 2016, o que significa que pela primeira vez em sete anos, desde a criação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), houve aumento quanto à utilização dessas estruturas deficitárias. Os dados constam do estudo Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2016, divulgado na terça-feira, 29 de agosto, pela Associação Brasileiras das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe).

Para efeito de comparação, 1.552 cidades utilizaram lixões em 2015. Atualmente, existem 2.976 lixões em operação em todo o território nacional. Outras 1.774 cidades enviaram os resíduos para outro destino inadequado: os aterros controlados, espaços que não possuem impermeabilização do solo ou sistemas de dispersão de gases e do chorume derivados da decomposição do lixo.

 
Governo recua e suspende decreto que extinguiu reserva mineral na Amazônia

Governo recua e suspende decreto que extinguiu reserva mineral na Amazônia

Após a repercussão negativa causada com o fim da uma reserva mineral na Amazônia, o governo recuou e decidiu suspender por 120 dias os efeitos do decreto do presidente Michel Temer que acabou com a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca). Em nota divulgada na noite desta quinta-feira, o Ministério de Minas e Energia informou que o ministro Fernando Coelho Filho “determinou a paralisação de todos os procedimentos relativos a eventuais direitos minerários na área da Renca”.

Criada em 1984, no fim da ditadura militar, a Renca tem 47 mil quilômetros quadrados de área, equivalente ao estado do Espírito Santo. Na região da reserva estão sete unidades de proteção ambiental e duas terras indígenas. O primeiro decreto extinguindo a Renca foi publicado na semana passada. Porém, devido à repercussão negativa da decisão, o governo decidiu editar novo decreto, esclarecendo como será feita a pesquisa mineral na antiga Renca, mas mantendo a decisão de extinguir a reserva.

 
Mineradoras canadenses souberam de extinção de reserva na Amazônia 5 meses antes do anúncio oficial

Mineradoras canadenses souberam de extinção de reserva na Amazônia 5 meses antes do anúncio oficial

Publicada no Diário Oficial da última quinta-feira sem alarde, o decreto que determina a extinção da Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), na Amazônia, surpreendeu muita gente e ganhou manchetes alarmadas no Brasil e nos principais jornais do mundo.

Não foi o que ocorreu com investidores e empresas de mineração canadenses. Em março, cinco meses antes do anúncio oficial do governo, o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, anunciou a empresários do país que a área de preservação amazônica seria extinta, e que sua exploração seria leiloada entre empresas privadas.

O fim da Renca foi apresentado pelo governo Temer durante um evento aberto em Toronto, o Prospectors and Developers Association of Canada (PDAC), junto a um pacote de medidas de reformulação do setor mineral brasileiro, que inclui a criação de Agência Nacional de Mineração e outras iniciativas para estimular o setor.

 
Extinção de reserva é "ataque à Amazônia", dizem ativistas

Extinção de reserva é  ataque à Amazônia , dizem ativistas

A decisão do governo brasileiro de abrir uma reserva na Amazônia maior que o território da Dinamarca para exploração mineral, anunciada nesta semana, atraiu críticas afiadas de ambientalistas. Eles alertam para o possível aumento do desmatamento, conflitos fundiários e ameaça à biodiversidade.

A extinção da Reserva Nacional de Cobre e Associados (Renca), localizada na divisa entre o sul e sudoeste do Amapá com o noroeste do Pará, foi alvo de denúncias de organizações como WWF Brasil, Amazon Watch e da modelo Gisele Bündchen.

Bündchen publicou uma imagem em seu Twitter convocando os brasileiros a dizerem não ao abrandamento da proteção da Amazônia e a "mostrar ao governo que não estamos de acordo com o fatiamento da Amazônia para exploração".

 
Poluição altera hormônio do estresse e muda metabolismo, mostra pesquisa

Poluição altera hormônio do estresse e muda metabolismo, mostra pesquisa

O ar poluído faz com que os hormônios do estresse aumentem, sugere uma nova pesquisa, o que poderia ajudar a explicar por que a exposição a longo prazo à poluição está associada a doenças cardíacas, acidentes vasculares cerebrais, diabetes e, no geral, a uma vida mais curta.

Equipe do pesquisador Haidong Kan, da Universidade Fudan, na China, analisou efeitos de pequenas partículas com menos de 2,5 micrômetros de diâmetro que podem ser inaladas e alojadas nos pulmões .

O novo estudo, publicado em agosto no periódico "Circulation", incluiu 55 estudantes universitários saudáveis em Xangai, uma cidade com níveis de poluição na faixa média em comparação com outras cidades chinesas, de acordo com Kan.

Pesquisadores colocaram purificadores de ar no dormitório de cada aluno por nove dias. Após um período de 12 dias durante o qual os filtros foram removidos, outro teste foi realizado. Nessa nova etapa, o grupo foi dividido um dois: um que recebeu filtros funcionais e outro que recebeu filtros que não funcionavam.

 
Técnica de plantio em palha reduz necessidade de irrigação e adubação

Técnica de plantio em palha reduz necessidade de irrigação e adubação

Uma técnica de plantar, que diminui as necessidades de irrigação e adubação das plantas para quem tem pouco tempo para cuidar de pequenas hortas urbanas, está tendo boa receptividade em São Paulo. Trata-se da técnica do cultivo em palha, que além das vantagens acima possibilita deixar os recipientes das plantas mais leve, podendo ser deslocado facilmente.

Numa oficina realizada este final de semana no Sesc Vila Mariana, na capital paulista, o público pôde conhecer essa nova forma de plantar. “É uma técnica muito interessante, de baixa manutenção. A palha é um material que consegue reter bastante umidade, e que não requer rega diária. Além disso, por ser uma matéria orgânica, que entra em decomposição junto com o composto orgânico, diminui muito a manutenção da adubação também”, explicou Julhiana Costal, permacultora do ArboreSer, espaço agroecológico que dissemina práticas de plantio.

 
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