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Mundo da Sustentabilidade
Número de cidades que utilizam lixões aumenta pela primeira vez desde à implantação da Política de Resíduos Sólidos

Número de cidades que utilizam lixões aumenta pela primeira vez desde à implantação da Política de Resíduos Sólidos

Um total de 1.559 municípios brasileiros (quase 30% do total) recorreram aos lixões a céu aberto em 2016, o que significa que pela primeira vez em sete anos, desde a criação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), houve aumento quanto à utilização dessas estruturas deficitárias. Os dados constam do estudo Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2016, divulgado na terça-feira, 29 de agosto, pela Associação Brasileiras das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe).

Para efeito de comparação, 1.552 cidades utilizaram lixões em 2015. Atualmente, existem 2.976 lixões em operação em todo o território nacional. Outras 1.774 cidades enviaram os resíduos para outro destino inadequado: os aterros controlados, espaços que não possuem impermeabilização do solo ou sistemas de dispersão de gases e do chorume derivados da decomposição do lixo.

 
Governo recua e suspende decreto que extinguiu reserva mineral na Amazônia

Governo recua e suspende decreto que extinguiu reserva mineral na Amazônia

Após a repercussão negativa causada com o fim da uma reserva mineral na Amazônia, o governo recuou e decidiu suspender por 120 dias os efeitos do decreto do presidente Michel Temer que acabou com a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca). Em nota divulgada na noite desta quinta-feira, o Ministério de Minas e Energia informou que o ministro Fernando Coelho Filho “determinou a paralisação de todos os procedimentos relativos a eventuais direitos minerários na área da Renca”.

Criada em 1984, no fim da ditadura militar, a Renca tem 47 mil quilômetros quadrados de área, equivalente ao estado do Espírito Santo. Na região da reserva estão sete unidades de proteção ambiental e duas terras indígenas. O primeiro decreto extinguindo a Renca foi publicado na semana passada. Porém, devido à repercussão negativa da decisão, o governo decidiu editar novo decreto, esclarecendo como será feita a pesquisa mineral na antiga Renca, mas mantendo a decisão de extinguir a reserva.

 
Mineradoras canadenses souberam de extinção de reserva na Amazônia 5 meses antes do anúncio oficial

Mineradoras canadenses souberam de extinção de reserva na Amazônia 5 meses antes do anúncio oficial

Publicada no Diário Oficial da última quinta-feira sem alarde, o decreto que determina a extinção da Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), na Amazônia, surpreendeu muita gente e ganhou manchetes alarmadas no Brasil e nos principais jornais do mundo.

Não foi o que ocorreu com investidores e empresas de mineração canadenses. Em março, cinco meses antes do anúncio oficial do governo, o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, anunciou a empresários do país que a área de preservação amazônica seria extinta, e que sua exploração seria leiloada entre empresas privadas.

O fim da Renca foi apresentado pelo governo Temer durante um evento aberto em Toronto, o Prospectors and Developers Association of Canada (PDAC), junto a um pacote de medidas de reformulação do setor mineral brasileiro, que inclui a criação de Agência Nacional de Mineração e outras iniciativas para estimular o setor.

 
Extinção de reserva é "ataque à Amazônia", dizem ativistas

Extinção de reserva é  ataque à Amazônia , dizem ativistas

A decisão do governo brasileiro de abrir uma reserva na Amazônia maior que o território da Dinamarca para exploração mineral, anunciada nesta semana, atraiu críticas afiadas de ambientalistas. Eles alertam para o possível aumento do desmatamento, conflitos fundiários e ameaça à biodiversidade.

A extinção da Reserva Nacional de Cobre e Associados (Renca), localizada na divisa entre o sul e sudoeste do Amapá com o noroeste do Pará, foi alvo de denúncias de organizações como WWF Brasil, Amazon Watch e da modelo Gisele Bündchen.

Bündchen publicou uma imagem em seu Twitter convocando os brasileiros a dizerem não ao abrandamento da proteção da Amazônia e a "mostrar ao governo que não estamos de acordo com o fatiamento da Amazônia para exploração".

 
Poluição altera hormônio do estresse e muda metabolismo, mostra pesquisa

Poluição altera hormônio do estresse e muda metabolismo, mostra pesquisa

O ar poluído faz com que os hormônios do estresse aumentem, sugere uma nova pesquisa, o que poderia ajudar a explicar por que a exposição a longo prazo à poluição está associada a doenças cardíacas, acidentes vasculares cerebrais, diabetes e, no geral, a uma vida mais curta.

Equipe do pesquisador Haidong Kan, da Universidade Fudan, na China, analisou efeitos de pequenas partículas com menos de 2,5 micrômetros de diâmetro que podem ser inaladas e alojadas nos pulmões .

O novo estudo, publicado em agosto no periódico "Circulation", incluiu 55 estudantes universitários saudáveis em Xangai, uma cidade com níveis de poluição na faixa média em comparação com outras cidades chinesas, de acordo com Kan.

Pesquisadores colocaram purificadores de ar no dormitório de cada aluno por nove dias. Após um período de 12 dias durante o qual os filtros foram removidos, outro teste foi realizado. Nessa nova etapa, o grupo foi dividido um dois: um que recebeu filtros funcionais e outro que recebeu filtros que não funcionavam.

 
Técnica de plantio em palha reduz necessidade de irrigação e adubação

Técnica de plantio em palha reduz necessidade de irrigação e adubação

Uma técnica de plantar, que diminui as necessidades de irrigação e adubação das plantas para quem tem pouco tempo para cuidar de pequenas hortas urbanas, está tendo boa receptividade em São Paulo. Trata-se da técnica do cultivo em palha, que além das vantagens acima possibilita deixar os recipientes das plantas mais leve, podendo ser deslocado facilmente.

Numa oficina realizada este final de semana no Sesc Vila Mariana, na capital paulista, o público pôde conhecer essa nova forma de plantar. “É uma técnica muito interessante, de baixa manutenção. A palha é um material que consegue reter bastante umidade, e que não requer rega diária. Além disso, por ser uma matéria orgânica, que entra em decomposição junto com o composto orgânico, diminui muito a manutenção da adubação também”, explicou Julhiana Costal, permacultora do ArboreSer, espaço agroecológico que dissemina práticas de plantio.

 
Demanda por capacitação em energia solar cresce no Brasil

Demanda por capacitação em energia solar cresce no Brasil

A energia solar fotovoltaica vem apresentando crescimentos expressivos e contínuos em todo o mundo. Segundo projeção da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), a geração de energia solar fotovoltaica no Brasil atingirá 1.000 megawatts (MW) de capacidade instalada até o final deste ano. Este crescimento 325% maior que a capacidade atual, que é de 235 MW, contribui diretamente para o aumento de empregos em toda cadeia produtiva, mas este setor, apesar de promissor, ainda sofre com a falta de profissionais qualificados.

Para Pedro Pintão, sócio-diretor da NeoSolar Energia, empresa paulista pioneira no setor de energia solar, isto ocorre por se tratar de um mercado relativamente jovem e que tem necessidade de expansão imediata. “No Brasil, a demanda é gigante, e a mão de obra quase inexistente”, afirma.

 
O que falta para o Brasil ser a maior potência em energia solar?

O que falta para o Brasil ser a maior potência em energia solar?

Consciência ecológica já era algo que não faltava a Luiz Alberto Vilalva, policial ambiental em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul. Seu trabalho cotidiano é atuar para preservar e evitar danos ao meio ambiente. Como uma coisa puxa a outra, Luiz Alberto queria fazer mais e uma ideia, a princípio óbvia, seria a utilização da energia solar.

“Em casa somos sete pessoas, eu, minha esposa, minha mãe e quatro filhos, todos consumindo muita energia”. Filhos com idades variando de 16 a 22 anos quando estão em casa, certamente utilizam uma grande quantidade de equipamentos. Isso para não falar em seis aparelhos de ar condicionado que permanecem quase o tempo todo ligados.

Apesar de parecer uma solução simples pelo potencial energético da ensolarada cidade do Centro-Oeste brasileiro, os preços não eram convidativos. “Comecei pesquisar seis meses antes, pois os preços eram iguais aos de um carro”. Mas em novembro do ano passado Luiz Alberto decidiu contratar um projeto da NeoSolar Energia filial de Campo Grande e instalar 15 placas fotovoltaicas no telhado de sua casa.

 
É urgente reverter o golpe contra o meio ambiente no Brasil

É urgente reverter o golpe contra o meio ambiente no Brasil

O verão no hemisfério norte no ano de 1988, ano da promulgação da Constituição cidadã no Brasil, foi especialmente quente e as queimadas que ocorreram na Amazônia também naquele ano mereceram destaque especial: tratava-se de um fenômeno em princípio local, mas com conseqüências globais, pelos efeitos sobre as mudanças climáticas e pela destruição da biodiversidade. Esses acontecimentos, de certo modo, convenceram a opinião pública de que o efeito estufa não era apenas teórico.

Ainda em 1988, James Hansen, climatologista da NASA prestou um importante testemunho junto ao Senado norte-americano, chamando atenção para o fato de que o planeta estava sofrendo um aquecimento inexorável, como conseqüência das fortes emissões de gases de efeito estufa. Nessa época, ainda não se falava em aquecimento global, porém muitos cientistas, inclusive brasileiros, já trabalhavam com essa ideia.

 
Planeta vai esquentar mais de 2°C neste século, diz estudo

Planeta vai esquentar mais de 2°C neste século, diz estudo

A Terra se aquecerá mais de 2°C neste século, segundo um estudo da Universidade de Washington publicado nesta segunda-feira, 31, pela revista britânica Nature. De acordo com a investigação, existe apenas 5% de chance disso não acontecer e 1% de limitar o aumento da temperatura a 1,5°C, o objetivo marcado pelo Acordo de Paris por 195 países, em 2015.

"A nossa análise mostra que o objetivo de 2°C apresenta um melhor cenário", afirmou o diretor da pesquisa, Adrian Raftery, enfatizando que cumprir a meta de reduzir o aquecimento "é factível" caso aconteça um "esforço importante e sustentado durante os próximos 80 anos".

 
Grupo espalha mudas pela cidade

Grupo espalha mudas pela cidade

SÃO PAULO - Foi depois de ver a única árvore da rua morrer por uma poda drástica e grosseira, um pau-ferro que vivia em frente da sua casa, que o advogado Danilo Bifone, de 41 anos, deu o primeiro passo para o que se tornaria sua missão de vida.

Morador da Mooca, na zona leste, uma das áreas com menor cobertura vegetal de São Paulo, ele decidiu que precisava ajudar a cidade a ser mais verde para se tornar melhor. Ele então plantou duas árvores no lugar do finado pau-ferro. De lá para cá, estima, devem ter sido mais de 20 mil.

“Era uma coisa meio subversiva. Eu saia à noite, às escondidas, plantando na frente de imóveis que estavam para alugar, achando que estava fazendo uma coisa proibida. Até descobrir que para plantar em calçada não é necessária nenhuma autorização. Seguindo o que manda o manual técnico de arborização urbana da Prefeitura, todo mundo pode”, diz.

 
Perda do Cerrado é 50% maior que a da Amazônia

Perda do Cerrado é 50% maior que a da Amazônia

O Cerrado teve, em 2015, uma taxa de desmatamento 52% superior à detectada na Amazônia. O bioma de árvores baixas e retorcidas, onde nascem alguns dos principais rios do País, perdeu naquele ano 9.483 km2, ou seis vezes a área da cidade de São Paulo, contra 6.207 km2 na Amazônia no mesmo período.

O dado oficial do governo federal, que foi divulgado nesta semana no site do Ministério do Meio Ambiente sem alarde, é o primeiro do monitoramento do bioma que começou a ser feito no ano passado e que, assim como ocorre com a Amazônia, será anual. Ainda não há uma série histórica completa, mas o levantamento indica uma queda nos últimos anos, em especial em relação a 2009, quando a perda foi de 10.342 km2.

 
Sul tem melhor Índice de Sustentabilidade de Limpeza Urbana

Sul tem melhor Índice de Sustentabilidade de Limpeza Urbana

O Islu nos municípios. Melhores índices em verde escuro: 0,744 a 0,661; índices medianos em verde claro: de 0,660 a 0,573; índices baixos (abaixo de 0,573) e cidades sem dados no Snis em vermelho

O sul do país mantém a melhor média –0,697– no Índice de Sustentabilidade de Limpeza Urbana (Islu). A cidade de Maringá (PR), obteve a melhor pontuação e 70% dos municípios da região Sul estão entre os 50 mais bem colocados na análise elaborada pelo Selur (Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana) e pela PwC.

Os municípios da região Norte ocupam as 20 piores posições do Islu entre os municípios com mais de 250 mil habitantes. Capitais como Belém (PA), Manaus (AM), Rio Branco (AC), Porto Velho (RR) e Teresina (PI), obtiveram alguns dos piores índices.

Os dados fazem parte de uma prévia da segunda edição do Islu, que será lançado integralmente no segundo semestre. O índice avaliou 3.049 municípios que disponibilizam seus dados de 2015 no Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (Snis). Segundo essa base de dados, 17 milhões de brasileiros não têm acesso aos serviços de coleta de lixo.

 
Entenda como os robôs podem ajudar a melhorar o meio ambiente

Entenda como os robôs podem ajudar a melhorar o meio ambiente

Muita gente ainda tem dificuldades na hora de separar materiais para reciclagem, sem saber se um material pode ou não ser reutilizado e como fazer isso.

Para ajudar nessas questões, a AMP Robotics desenvolveu o Clarke, um robô capaz de reconhecer e classificar materiais diversos, que funciona como um braço robótico que separa o lixo em alta velocidade. Ele usa uma câmera para reconhecer, em seu sistema, materiais como caixas de papelão, plástico, papel e itens que não podem ser reciclados.

 
Canadá, o país do G7 que menos protege o meio ambiente (ONG)

Canadá, o país do G7 que menos protege o meio ambiente (ONG)

O Canadá é o país do G7 que menos protege o seu espaço natural e suas gigantescas reservas de água, apesar de seus compromissos com a ONU, assegurou nesta segunda-feira uma organização de defesa do meio ambiente.

“Com apenas 10,6% de seu território atualmente protegido, o Canadá está abaixo da media mundial de 15%”, o que o torna o pior dos países ricos nesse contexto, de acordo com a Sociedade para a Natureza e os Parques do Canadá (SNAP).

De acordo com os cálculos desta ONG, a Alemanha (38%), o Reino Unido (28%) e a França (26%) estão na liderança da preservação de sua superfície.

O Canadá se comprometeu em 2010 a proteger até 2020 pelo menos 17% de suas terras e água.

 
Brasil é o país mais perigoso do mundo para ambientalistas

Brasil é o país mais perigoso do mundo para ambientalistas

Nunca tantas pessoas foram assassinadas no mundo em defesa do meio ambiente como em 2016. A liderança do ranking que mapeia esse tipo de violência, mais uma vez, é do Brasil: foram 49 mortes no ano passado, divulgou a organização Global Witness nesta quinta-feira (13).

"Não foi uma surpresa. O Brasil é o país mais perigoso do mundo para quem luta pelos direitos ligados à terra e à proteção do meio ambiente", afirma Billy Kyte, da organização inglesa. Em todo o mundo, 200 assassinatos de ativistas ambientais foram mapeados pela organização.

"Isso é só a ponta do iceberg. Acreditamos que o número de mortes seja maior, mas nem sempre elas chegam ao conhecimento público, ou suas reais causas são relatadas", comenta Kyte.

A Global Witness reúne as informações desde 2002, e há cinco anos o Brasil apareceu pela primeira vez no topo da lista. Desde então, o país nunca mais perdeu a posição de "liderança".

 
Google Earth vira “megafone” para os povos da Amazônia

Google Earth vira “megafone” para os povos da Amazônia

Ubiratan Surui aponta para o mapa em um monitor na sede do escritório do Google em São Paulo e, com impressionante grau de detalhes, vai revelando os segredos da terra onde vive em plena floresta amazônica. “Aqui ficam os melhores pontos para coleta de castanha, ali é onde aparecem mais onças, aquelas são as melhores áreas para caçar e pescar, neste outro ponto foi onde aconteceu o primeiro contato com brancos”, conta a EXAME.com.

Diferentemente de seus antepassados e dos indígenas mais velhos do povo Surui, verdadeiras enciclopédias de conhecimento tradicional, Ubiratan usa tecnologia de geolocalização para preservar a cultura do seu povo, promover conhecimento entre os mais jovens e monitorar ameaças às fronteiras de sua terra. “Muita gente diz que a introdução da tecnologia na cultura indígena é negativa, mas nós estamos utilizando a tecnologia a nosso favor e também divulgando nossa realidade para o mundo”, afirma.

 
A substância química que volta a ameaçar a camada de ozônio

A substância química que volta a ameaçar a camada de ozônio

A recuperação da camada de ozônio poderia demorar várias décadas mais do que o previsto caso não diminuam as crescentes emissões de diclorometano, uma substância química usada como solvente de pintura e para preparar compostos químicos de geladeiras e aparelhos de ar-condicionado.

A revelação foi feita por um estudo publicado na revista científica Nature Communications .

O buraco na camada de ozônio, descoberto nos anos 1980, começou a se recuperar graças à proibição do uso dos clorofluocarbonetos (CFC), presentes em muitos produtos de limpeza domésticos, em aerossóis e outros.

 
Brasil destrói 128 campos de futebol de floresta por hora

Brasil destrói 128 campos de futebol de floresta por hora

Rondônia e Amazonas — Escondidos no meio da floresta amazônica, nove agentes de fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) aguardam o momento certo para uma emboscada. É noite, e quem garante a segurança do grupo na escuridão da mata são dez policiais que levam a tiracolo fuzis do tipo 762. O objetivo é pegar em flagrante pessoas que exploram ilegalmente a madeira da região. Ainda sob a luz do dia, as provas do crime já haviam sido encontradas: um caminhão carregado de madeira de lei e um trator deixados às pressas para trás quando os criminosos perceberam a presença dos fiscais federais — que chegaram de helicóptero à área de difícil acesso por terra.

Depois de o grupo caminhar sem sucesso por mais de 4 horas na floresta à procura desses madeireiros, a estratégia foi esperar que a carga do caminhão — cinco toras de angelim, árvore utilizada na confecção de móveis e na construção civil — motivasse a volta dos infratores durante a noite. O raciocínio foi certeiro. Na madrugada do dia 29 de abril, três homens tentaram mover o caminhão de um atoleiro no meio da floresta.

 
Bicicleta filtra o ar e protege ciclistas da poluição

Bicicleta filtra o ar e protege ciclistas da poluição

Quando praticamos exercícios físicos, nosso corpo aumenta a frequência cardíaca e respiramos mais que em estado de repouso. Por isso, quando nos exercitamos em locais públicos nas cidades, inalamos uma quantidade muito maior de poluição e prejudicamos nossos pulmões.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, 80% da população urbana mundial está exposta a níveis de poluição acima do prejudicial para o corpo humano. Entre as cidades mais poluídas, as do Oriente Médio e o leste asiático são algumas das piores.

E foi visitando a China, país que vem reduzindo gradativamente seu tradicional uso de bicicletas como meio de transporte e substituindo pelos carros, que o designer de inovações sustentáveis holandês, Daan Roosegaarde, teve a ideia de desenvolver uma bicicleta que proteja seus usuários da exposição excessiva às micropartículas nocivas.

 
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