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Poluição atmosférica pode reduzir quantidade de proteínas nos alimentos

Poluição atmosférica pode reduzir quantidade de proteínas nos alimentos

Um estudo feito em campos de trigo mostrou pela primeira vez que as mudanças climáticas podem comprometer a qualidade nutricional dos alimentos. Isso ocorre porque níveis elevados de dióxido de carbono na atmosfera prejudicam a absorção pelas plantas de nitrato, utilizado para a síntese de proteínas essenciais para o ser humano. Segundo os especialistas, nas próximas décadas pode ocorrer uma queda de até 3% na quantidade de proteínas disponíveis para consumo. Realizado por pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, o estudo foi publicado no periódico Nature Climate Change neste domingo.

 
Oceano mais ácido confunde instinto de sobrevivência dos peixes, diz estudo

Oceano mais ácido confunde instinto de sobrevivência dos peixes, diz estudo

A acidificação do oceano, uma das consequências das mudanças climáticas, pode reduzir o instinto de sobrevivência dos peixes e expô-los aos seus predadores. Segundo um estudo publicado nesta segunda-feira na revista Nature Climate Change, os animais se sentem atraídos pelo cheiro do predador quando vivem em águas mais ácidas, isto é, quando o pH é menor que 7. A pesquisa foi feita em conjunto pelo Instituto Australiano de Ciência Marinha, Universidade James Cook, Instituto Georgia de Tecnologia e Sociedade Nacional Geográfica, todos na Austrália.

 
Esforços de preservação da camada de ozônio dão resultado, diz estudo

Esforços de preservação da camada de ozônio dão resultado, diz estudo

Desde a descoberta do buraco na camada de ozônio na Antártida, ciência e políticas públicas se aliaram para tentar evitar que o mesmo acontecesse no Ártico. Um estudo do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT), publicado nesta segunda-feira no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences (Pnas), indica que os esforços estão sendo recompensados: o ozônio no Ártico ainda não chegou a níveis tão baixos quanto os do outro extremo do planeta, e isso se deve, pelo menos parcialmente, aos esforços de redução na emissão de poluentes.

 
Aumento de emissões perigosas quase dobra em 10 anos

Aumento de emissões perigosas quase dobra em 10 anos

Nem a crise econômica conseguiu frear as emissões globais de gases de efeito estufa (GEE), vilões do aquecimento global. Mesmo com a desaceleração, as emissões cresceram quase duas vezes mais rápido na primeira década do século 21 que nos 30 anos anteriores.

A informação consta em um rascunho da terceira parte do quinto relatório do IPCC, o painel de experts em clima da ONU, obtido pelo jornal The Guardian. O documento deve ser divulgado oficialmente no próximo dia 13.

Segundo o estudo, a alta foi de 2,2% por ano, em média, entre 2000 e 2010, em comparação com 1,3% ao ano durante todo o período de 1970-2010.

 
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