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No Rio, apenas 1,9% do lixo é reciclado

No Rio, apenas 1,9% do lixo é reciclado

Dados inéditos obtidos pelo GLOBO com companhias públicas de limpeza mostram que as maiores cidades brasileiras estão engatinhando na reciclagem de seu lixo, apesar de todas terem metas para crescimento nos próximos anos. No Rio, apenas 1,9% de todo o lixo produzido na cidade é destinado à reciclagem; em São Paulo, a proporção é de 2,5%. No Distrito Federal, que tem Brasília, a terceira maior cidade brasileira segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 5,9% do lixo total passam pela coleta seletiva. Estudos mostram que uma cidade tem, em média, de 30% a 40% de seus resíduos com potencial para a reciclagem.

Há ainda outro indicador de que o ciclo não está funcionando a todo vapor: a ociosidade nas centrais de triagem (CTs), locais normalmente conduzidos por cooperativas onde, de fato, a reciclagem acontece. No Rio, as duas centrais de triagem que recebem resíduos — além de outras 24 cooperativas, cujos dados, porém, não são centralizados pela prefeitura — processaram em janeiro cerca de 25% do volume que têm capacidade para reciclar.

 
O Acordo de Paris e a sustentabilidade na era do antropoceno

O Acordo de Paris e a sustentabilidade na era do antropoceno

A plenária da 21ª Conferência do Clima das Nações Unidas (COP 21) aprovou, em dezembro de 2015, em Paris — com anuência de 195 países, responsáveis por mais de 90% das emissões dos gases de efeito estufa na Terra —, um acordo de extensão global que, nos seus termos, apresenta efeitos legalmente vinculantes pela primeira vez. Ao contrário do Protocolo de Quioto, as nações decidiram de modo unânime pela assinatura de um documento. Os países comprometeram-se em organizar estratégias para limitar o aumento médio da temperatura da Terra bem abaixo dos 2°C, envidando esforços para atingir um aumento de 1,5°C até 2100, trazendo como referência inicial o período pré-industrial[1].

 
Programa de pós-graduação da USP tem foco em sustentabilidade

Programa de pós-graduação da USP tem foco em sustentabilidade

A Escola de Artes, Ciências e Humanidade (EACH) da USP está com inscrições abertas para o processo seletivo do Programa de Pós-Graduação em Sustentabilidade.

Os documentos para inscrição devem ser enviados por correio ou entregues pessoalmente no Serviço de Pós-Graduação da EACH. O endereço e detalhes sobre o processo devem ser acessados no edital.
O prazo é até 19 de maio.

O processo seletivo será constituído por avaliação escrita e avaliação oral. Elas serão realizadas presencialmente em data e local a serem divulgados na página do programa.

 
Curso inédito para profissionais e estudantes de Nutrição

Curso inédito para profissionais e estudantes de Nutrição

Profissionais e estudantes de Nutrição: aproveitem esta excelente oportunidade de curso sobre pesquisa científica na sua área. Saibam o que é preciso para ter organização para começar e finalizar sua pesquisa com sucesso.

“Quando se fala de TCC percebemos um certo pânico dos nossos alunos. Mas não é tudo isso, é importante saber por onde começar, como pesquisar, ter direcionamento, organização e começar!

Pensando nas dificuldades encontradas por alunos e profissionais, montamos um curso especial de 4 horas para esclarecer muitas dúvidas e direcionar.

A professora e nutricionista Alessandra Xavier criou material exclusivo diz a Nutricionista Débora Ramos”.

Veja mais detalhes e programação:

 
Negócios que investem em sustentabilidade têm crescimento

Negócios que investem em sustentabilidade têm crescimento

A sustentabilidade está em alta: um levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV), em parceira com a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), revela que 10% das carteiras dos bancos brasileiros já correspondem a empresas que colocam as preocupações socioambientais entre as prioridades.

O reconhecimento desse compromisso nos negócios, que pode ser aferido com certificações internacionais também cresce. Dados do Inmetro de abril deste ano mostram que Santa Catarina já ocupa o quinto lugar entre os Estados brasileiros cujas empresas possuem certificação ambiental. São 83 no total. O líder nesse quesito é São Paulo, com 892 companhias registradas.

Para o economista Eduardo Alvares Beskow, pesquisador do Observatório de Sustentabilidade e Governança da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), as empresas só têm a ganhar agregando o conceito de sustentabilidade às marcas. O especialista lista vários fatores que comprovam a tese. O primeiro é de que existem fundos de investimento que só aplicam seus recursos em empresas que possuem relatório de sustentabilidade, respeitam as diretrizes para a preservação ambiental, utilizem energias renováveis etc. Nesse sentido, as companhias que queiram atrair novos capitais, já começariam com vantagens.

 
Educação e Sustentabilidade

Educação e Sustentabilidade

A fragilidade da natureza é mais uma das crenças arrogantes e autocentradas da espécie humana; a Terra nos precede de bilhões de anos, e estará aqui quando não estivermos mais. Nossa capacidade de destruição é imensa, proporcional à estupidez: podemos, sim, arrasar montanhas, criar ilhas de garrafas plásticas nos mares, desmatar sem qualquer limite, envenenar rios e o próprio ar, podemos até aniquilar outras espécies.

Se prosseguirmos nessa loucura destruiremos nosso habitat e a nós mesmos, moral e materialmente; e uns poucos séculos depois disso, planeta estará recuperado, porém não mais para nós.

Felizmente para a humanidade o alarme parece ter soado, a consciência ambiental e a necessidade de buscar formas sustentáveis de desenvolvimento têm ocupado o pensamento, e algumas ações, de inúmeras instituições nas últimas décadas.

 
Sustentabilidade é um tripé que envolve muito mais que meio ambiente

Sustentabilidade é um tripé que envolve muito mais que meio ambiente

Sustentabilidade é a tendência da nova economia. Não se trata de uma onda ou moda, que passa, mas que permanecerá. As ações de cada indivíduo hoje, refletem no mundo e o que consome é porque alguma indústria produziu. Desse modo, para que os negócios continuem crescendo, gerando emprego e renda precisam se adequar as práticas sustentáveis. O assunto foi destaque na última palestra promovida pelo Sebrae/MT e Centro de Pesquisa do Pantanal (CPP), no Espaço do Saber da Feira Internacional do Pantanal, no sábado (22.04).  A programação da Fit começou no dia 20 e termina neste domingo (23.04), abordando o tema ‘Turismo sustentável para o desenvolvimento’.

Quem mais sofre nesse contexto são os micros e pequenos empreendedores que representam 99% dos negócios no Brasil, pois tem dificuldades de recursos para gerenciar os riscos, muitos deles causados pelo desperdício ou mau uso dos recursos hídricos e de energia. Os segmentos que usam a água como matéria prima são os mais afetados.

 
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