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Congresso internacional em Cuiabá vai discutir inovação e sustentabilidade

Congresso internacional em Cuiabá vai discutir inovação e sustentabilidade

O Sebrae vai realizar nos próximos dias 6 e 7, , em Cuiabá (MT), o Congresso Internacional de Sustentabilidade para pequenos negócios. Com o tema O presente desenhando o futuro, o evento tem o objetivo de apresentar conceitos de inovação ligados à sustentabilidade e ao empreendedorismo, além de reunir tendências, oportunidades e possibilidades de superação da crise.

O Congresso também vai apresentar empresas que conseguiram escalonar a produção tendo a sustentabilidade como uma estratégia. "A transformação digital traz enormes desafios para as empresas, cidadãos e organizações, mas apresenta muitas oportunidades. A desmaterialização, a inteligência de dados, a internet das coisas, o monitoramento, a colaboração em rede, são dimensões da transformação digital que precisam ser trazidas para o debate sobre a sustentabilidade", destaca o diretor de Administração e Finanças do Sebrae, Vinícius Lages.

 
Pnud premia organizações indígenas por projetos de sustentabilidade comunitária

Pnud premia organizações indígenas por projetos de sustentabilidade comunitária

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) premiou o trabalho de duas organizações indígenas que desenvolvem projetos de desenvolvimento sustentável na Amazônia brasileira. As duas organizações não-governamentais indígenas são as duas únicas entidades brasileiras entre os 15 vencedores do Prêmio Equatorial 2017. Criado em 2002, o concurso  recebeu, em junho, mais de 800 inscrições de 120 países.

A Associação Ashaninka do Rio Amônia – Apiwtxa (termo indígena que significa união) foi criada em 1991 e está sediada em Cruzeiro do Sul (AC). Para proteger a terra indígena Ashaninka, localizada em Marechal Thaumaturgo (AC), e promover o desenvolvimento sustentável da comunidade, a entidade passou a empregar tecnologia de mapeamento territorial em 3D para demarcar os limites da reserva. Além disso, criou um plano de gestão da Terra Indígena Kampa do Rio Amônia, que abrange cerca de 87 mil hectares (um hectare corresponde, aproximadamente, às medidas de um campo de futebol oficial) e abriga a cerca de 800 pessoas, segundo a própria associação.

 
Cadastro rural não impede desmatamento na Amazônia, alerta estudo

Cadastro rural não impede desmatamento na Amazônia, alerta estudo

Criado com o objetivo de ajudar a conter o desmatamento ilegal, o Cadastro Ambiental Rural – ferramenta estabelecida na reforma do Código Florestal em 2012 – pode ainda não está conseguindo entregar o que prometeu. É o que sugere um estudo que avaliou o comportamento de mais de 49 mil propriedades no Mato Grosso e no Pará antes e depois de elas aderiram ao CAR.

A análise, feita com base nos dados de dois sistemas estaduais precursores do CAR federal – criados por MT e PA nos anos 2000 –, e com imagens de satélite, revelou que em um primeiro momento, logo após o registro, a maior parte das propriedades de fato não teve novos cortes.

 
Novos projetos para a Amazônia estão ameaçados

Novos projetos para a Amazônia estão ameaçados

Diante de um corte inédito de apoio financeiro da Noruega ao Brasil por causa do desmatamento florestal, a parcela de recursos que será enviada ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em 2017 por Oslo não será suficiente sequer para atender a todos os novos projetos em consideração pelo governo para o Fundo da Amazônia.

O Estado apurou que, no total, o Brasil receberá no máximo US$ 35 milhões em 2017, um valor muito menor do que a média de US$ 110 milhões enviados anualmente. Os dados são do Ministério do Meio Ambiente da Noruega. O corte, que chega a R$ 250 milhões, terá um impacto real nos programas ambientais e de preservação.

 
7 tendências globais em energia renovável para ficar de olho

7 tendências globais em energia renovável para ficar de olho

As energias renováveis deverão receber quase três quartos dos US$ 10,2 trilhões que o mundo investirá em novas formas de tecnologia de geração até 2040. É o que prevê a edição 2017 do relatório New Energy Outlook (NEO), produzido anualmente pela Bloomberg New Energy Finance (BNEF).

Apesar da altas cifras, o estudo calcula que seria preciso investir muito mais em tecnologias verdes para reduzir as emissões de gases efeito estufa na atmosfera e evitar mudanças climáticas perigosas na Terra. Um investimento adicional de US$ 5,3 trilhões em ações de redução de emissões seria necessário para manter o Planeta na trajetória segura.

 
No Rio, apenas 1,9% do lixo é reciclado

No Rio, apenas 1,9% do lixo é reciclado

Dados inéditos obtidos pelo GLOBO com companhias públicas de limpeza mostram que as maiores cidades brasileiras estão engatinhando na reciclagem de seu lixo, apesar de todas terem metas para crescimento nos próximos anos. No Rio, apenas 1,9% de todo o lixo produzido na cidade é destinado à reciclagem; em São Paulo, a proporção é de 2,5%. No Distrito Federal, que tem Brasília, a terceira maior cidade brasileira segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 5,9% do lixo total passam pela coleta seletiva. Estudos mostram que uma cidade tem, em média, de 30% a 40% de seus resíduos com potencial para a reciclagem.

Há ainda outro indicador de que o ciclo não está funcionando a todo vapor: a ociosidade nas centrais de triagem (CTs), locais normalmente conduzidos por cooperativas onde, de fato, a reciclagem acontece. No Rio, as duas centrais de triagem que recebem resíduos — além de outras 24 cooperativas, cujos dados, porém, não são centralizados pela prefeitura — processaram em janeiro cerca de 25% do volume que têm capacidade para reciclar.

 
O Acordo de Paris e a sustentabilidade na era do antropoceno

O Acordo de Paris e a sustentabilidade na era do antropoceno

A plenária da 21ª Conferência do Clima das Nações Unidas (COP 21) aprovou, em dezembro de 2015, em Paris — com anuência de 195 países, responsáveis por mais de 90% das emissões dos gases de efeito estufa na Terra —, um acordo de extensão global que, nos seus termos, apresenta efeitos legalmente vinculantes pela primeira vez. Ao contrário do Protocolo de Quioto, as nações decidiram de modo unânime pela assinatura de um documento. Os países comprometeram-se em organizar estratégias para limitar o aumento médio da temperatura da Terra bem abaixo dos 2°C, envidando esforços para atingir um aumento de 1,5°C até 2100, trazendo como referência inicial o período pré-industrial[1].

 
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